
Será que alguma coisa ainda precisa ser dita sobre
Leny Andrade, considerada por muitos uma das maiores intérpretes do mundo? No dia 29 de junho de 1999, em sua apresentação em Washington junto com Herbie Mann e Charlie Byrd, Leny foi saudada como "extraordinária" pelo New York Times; a "Sara Vaughn do Brasil" pelo New Your Post; "uma das maiores capacidades de improvisação, Maravilhosa" pelo The Globe. E isto tem ocorrido ao longo de sua carreira.
Acompanhada pelo piano de João Carlos Coutinho, o baixo de Lúcio Nascimento e bateria de Adriano de Oliveira, a cantora neste espetáculo vem, mais uma vez provar, repito, que é indiscutivelmente uma das melhores intérpretes do mundo, sendo assim reconhecida tanto no Brasil como no exterior.
Leny Andrade, no final dos anos 50, se apresentou no "Bottles Bar" no famoso "Beco das Garrafas" com
Sérgio Mendes e Trio. Surgiu no movimento da Bossa Nova sua carreira discografica, com um reconhecimento internacional. Foi convidada a se apresentar em Buenos Aires, no Club de
Astor Piazzola, "La Noche Club" e no Teatro Maipu.
Leny Andrade fez vários shows musicais como "Rio, Bossa e Balanço", "Gemini V" com grande sucesso principalmente em seguida para o Méxco. Três discos foram gravados com o Show "Gemini V", dois no Brasil e um no México com a gravadora Capitol.
Ela permaneceu no México durante cinco anos onde se apresentou por todo o país, se tornando a mais popular cantora da parada de sucesso mexicana.
De volta ao Brasil recebeu do público e da crítica brasileira o título de "Melhor Cantora de Jazz Brasileiro". Foi também considerada como "Cantora Musicista" pela sua incrível habilidade de improvisação e
scat. Fez tournês em todo o Brasil, America Latina, Japão e Europa, e gravou vários LPs e CDs.